De Magazine Luiza a Mercado Livre: veja as maiores compradoras de startups na América Latina

Autor: Pipeline Capital
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Estudo mostra alta nos investimentos em startups da América Latina. Aporte em negócios brasileiros do tipo cresceu mais de 16 vezes entre 2016 e 2021

O Magazine Luiza (MGLU3) é a empresa que mais comprou negócios escaláveis, inovadores e tecnológicos da região. Suas aquisições foram noticiadas com frequência, reforçando os planos de se tornam um super aplicativo nos moldes das gigantes chinesas do comércio digital. A lista de maiores compradoras também tem empresas como Linx (LINX3), Locaweb (LWSA3), Méliuz (CASH3) e Mercado Livre (MELI34).

O ranking é parte do Relatório Sling Hub Latam, feito pela plataforma de inteligência de dados em inovação Sling Hub. O relatório concentra informações de 24.409 startups e 656 investidores em países como Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México, Peru e Uruguai.

O número de aquisição provavelmente será recorde neste ano na América Latina. Até agosto de 2021, 195 startups regionais foram compradas em processos de M&A (fusão e aquisição). Em 2020, aconteceram 200 negociações do tipo. 83% de todas as startups adquiridas na América Latina foram brasileiras.

O país também tem alta representação do outro lado do balcão: das 10 maiores empresas compradoras, oito são nacionais. As exceções são a irlandesa Accenture e a argentina Mercado Livre.

“A Magalu é a maior compradora de startups hoje na América Latina, com 25 empresas adquiridas. Essa informação que só reforça a importância da companhia no ecossistema brasileiro”, analisa em comunicado João Ventura, CEO da Sling Hub.

Uma das últimas compras anunciada pela empresa foi a maior de sua história: o site de games e tecnologia Kabum!, por R$ 1 bilhão em recursos financeiros mais outros valores em transferência de ações do Magazine Luiza. As vendas do e-commerce do Magalu avançaram 46,4% no segundo trimestre de 2021. O lucro líquido foi de R$ 95,5 milhões, ante prejuízo de R$ 64,5 milhões registrado entre abril e junho do ano passado.

Veja a matéria na íntegra em InfoMoney.

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