Empresas brasileiras aceleram adesão de nuvem

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Estudo da IDC revela que as empresas consideram o modelo de nuvem híbrida como melhor opção

Um estudo realizado pela empresa de pesquisa de mercado International Data Corporation (IDC), a pedido da IBM, mostrou que as empresas brasileiras estão investindo mais em gestão de nuvem híbrida para gerar maior competitividade e agilidade em seus negócios.

A nuvem híbrida é aquela que une as características da nuvem pública, onde a infraestrutura oferecida por uma empresa de cloud computing é compartilhada entre diversos clientes, e da nuvem privada, que não é compartilhada com outros usuários, ampliando assim, a diversidade de seu uso.

A pesquisa revelou que atualmente 33% das companhias já integram ambientes de nuvem de distintos tipos e provedores, em uma abordagem de nuvem híbrida. Outras 17% relataram que planejam fazer isso nos próximos 12 meses, com grande foco em aprimorar a modernização e mobilidade de aplicações.

“Hoje os negócios estão se tornando digitais. As empresas estão sendo demandadas como nunca, reinventando a maneira de fazer negócios e criando novas experiências. A estratégia de nuvem híbrida se tornou essencial por permitir um alto nível de escalabilidade, resiliência e performance com segurança”, diz Guilherme Novaes, diretor de Hybrid Cloud Integration da IBM Brasil. “Ter uma abordagem de nuvem híbrida aberta pode ser o elo tecnológico que permite a uma organização aproveitar todos os recursos disponíveis para uma melhor performance operacional e de negócios.”

Para o e-commerce, o uso da nuvem é vantajoso pois ajuda a aumentar a capacidade computacional da loja virtual, ajudando em períodos de alta demanda por produtos. Outras vantagens são a maior velocidade, redução de custos, já que a nuvem é mais barata do que ter um servidor físico, e também a segurança, com backups frequentes e proteção aos dados dos clientes.

Pensando no uso de seus dados, o Mercado Livre anunciou em novembro deste ano, o uso do Amazon Web Services como seu principal provedor de nuvem. A empresa de comércio eletrônico possui mais de 20 anos de dados acumulados das divisões de marketplace, pagamentos digitais, logística, publicidade e serviços de software. Assim, a AWS irá apoiar o Mercado Livre na criação de uma plataforma comum com o intuito de obter insights a partir dos dados, que ficam armazenados em um data center batizado de MeliLake dentro do Amazon Simple Storage Service.

O contrato prevê ainda uso de serviços de machine learning para detecção de fraudes ao Mercado Pago, a plataforma de pagamentos dentro do Mercado Livre. Também será usado o Amazon Translate, para traduzir automaticamente títulos e descrições de produtos de fornecedores de países estrangeiros ao do cliente.


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Felipe Wasserman

Felipe Wasserman

20 anos de experiência profissional com foco em gestão de marketing e M&A para o segmento de varejo com atuação em modelo de negócios online e off-line.