Você já pensou que uma fusão pode ser a melhor estratégia de crescimento para sua empresa?

Tempo de leitura:
Compartilhe:

Texto de Pyr Marcondes, Senior Partner na Pipeline Capital.

Empresas são como árvores: nascem pequenas, se desenvolvem, crescem e, ou ficam grandes, ou não se desenvolvem e morrem.

Plantar é o início de tudo. Mas colher o que?

Raramente conseguimos ter absoluta certeza do destino de uma empresa nascente, mas uma coisa será sempre certa: se ela se estagnar no meio do caminho, não terá nunca o sucesso que almeja. Batata, já que estamos falando em plantações.

Na jornada do crescimento e da expansão, inúmeros caminhos vão se apresentando aos empreendedores e empresários e nem sempre a escolha é clara sobre que rota seguir. 

Há o caminho do crescimento orgânico e natural, que como no caso dos alimentos desse tipo, orgânicos e naturais, é um caminho altamente saudável. 

Mas nem sempre os frutos orgânicos e naturais florescem em todos os mercados ou são viáveis para todos os negócios. E aí pronto: temos no terreno a toxina da estagnação e, eventualmente, do encerramento puro e simples da empresa. Nesse caso, nada se colhe, a não ser frustração e, quem sabe, algum aprendizado para se plantar de novo e ir em busca de uma nova safra, um novo negócio.

No meio desse ciclo é que surge a alternativa da fusão. Uma alternativa inorgânica. Mas nem por isso menos saborosa. 

Fusões não são falta de opção, podem ser “a” opção. Fusões não são quebra galhos, podem ser a raiz forte de um frondoso futuro pela frente.

Algumas das razões clássicas para uma fusão são:

  • Incorporação no negócio de alternativas de produtos, serviços, tecnologias e/ou mercados que a companhia ainda não tenha;
  • Incremento puro e simples de valor financeiro do negócio, tornando-o mais sólido e atraente;
  • Aumento de produtividade;
  • Otimização de custos;
  • Potencialização dos dois negócios envolvidos, em que a soma de um mais um vira uma multiplicação cuja resultante é muitas vezes maior que dois;
  • Crescer e se desenvolver.

Aposto muito na última alternativa, que me parece o resumo e, conceitualmente, a reunião de todas as demais. A sublimação de tudo.

Fusões são estratégias de negócios. Essa é a grande verdade. 

Assim, nunca hesite em ter essa como uma alternativa no seu repertório de possibilidades para o futuro do seu negócio.

Fusão é um fruto em si. Plante e verá.

Compartilhe:

Últimas Postagens

Pipeline Capital e digitaliza.ai lançam o primeiro Scape Report interativo

A Pipeline Capital, empresa global de fusões e aquisições com foco em tecnologia, criadora dos Scape Reports, que se consolidaram como um guia de

Pipeline Capital é advisor da Vianuvem na sua venda para a Unico

  A unico, IDTech brasileira de soluções de proteção de identidade visual anuncia a compra de 100% das operações da Vianuvem, startup de gestão

O que é um processo de M&A?

M&A é a sigla em inglês para Mergers and Acquisitions, em português, Fusões e Aquisições. Trata-se da compra e venda parcial ou total de

O que é Martech

E por que Martech é essencial para o sucesso do seu negócio. Para começar, é importante entender o que é Martech. O termo “Martech”

M&A mostra tendência positiva, que deve se consolidar

Texto de Alon Sochaczewski, fundador e CEO da Pipeline Capital. No mais recente estudo do Morgan Stanley, cujo título é “Why 2024 Could Be a

Venture Capital vs Venture Debt: Financiamento para startups

Venture capital vs venture debt, entenda suas diferenças, vantagens e desvantagens, e também o momento mais apropriado para cada financiamento. O acesso ao capital

Connect to the best of M&A world Subscribe to our Newsletter

Pipeline Podcast “Papo de M&A”

Pipeline Capital’s podcast on mergers and acquisitions, innovation and technology.